Borá

BoraPirajú – SP

Fazenda Borá

Pirajú – SP

As coalhadas Borá são produzidas na Fazenda Borá, da família Athié, localizada a 20 km da cidade de Pirajú,SP. O pequeno laticinio artesanal pertence á Flávia Athié, agronoma, com mestrado nos EUA em Gado de Leite e seu marido Paulo Sérgio Teruel, médico veterinário.

A receita tradicionalmente árabe foi passada ao Paulo pela tia avó da Flávia, que na época estava com 95 anos e perfeita saúde, cuidando ainda da irmã (avó da Flávia) que estava com 100 anos. O Paulo impressionado com a boa saúde das irmãs perguntou a elas qual era o segredo e elas responderam que era a alimentação. Foi então que ele reparou que as duas consumiam coalhada em todas as refeições e até no lanche da tarde. Assim, ele aprendeu a fazer coalhada e depois aprimorou a receita.

As coalhadas Borá são produzidas com leite exclusivamente da fazenda sem aditivos ou conservantes, totalmente naturais. O controle de qualidade começa com o manejo dos animais, onde todos os cuidados com alimentação e saúde são controlados pelo casal, especialista na área. A produção também passa por um rigoroso controle desde análises laboratoriais diárias do leite e vistorias do pessoal do SISP, órgão responsável pela produção de alimentos no Estado de São Paulo.

Tradição

Receita familiar passada de geração em geração.

Natural

Produzidos com leite exclusivamente da fazenda, sem aditivos ou conservantes.

Região

Interior Paulista

A região do interior paulista, em contraponto a outros estados brasileiros que seguem a tradição à risca, reproduzindo modos de preparo seculares e já reconhecidos oficialmente, a produção queijeira paulista aposta na inovação, com o desenvolvimento de novas receitas, possibilitando a existência de mais de 100 tipos de queijos. Há queijos de vaca, búfala, cabra, ovelha e mistos, em variedades frescas ou curadas. Com esta variedade de produtos artesanais, a região é uma das mais representativas do país e deve ser considerada como tal. A valorização da liberdade criativa, possibilitando criação de novas variedades e estilos, respeitam os limites da sustentabilidade econômica, ambiental e social.