Da roça à barra: nossos chocolates artesanais são produzidos pelo método bean-to-bar por pequenos chocolateiros que controlam todo o processo, do cacau à embalagem. Com cacaus de origem nacional e internacional, intensos e complexos. Para quem quer comprar chocolate artesanal de verdade, esta é a curadoria certa.
Bean-to-bar significa que o chocolateiro controla todo o processo desde o grão de cacau cru até a barra finalizada: seleção dos grãos, fermentação, torra, trituração, refino e temperagem. Isso garante controle total sobre o sabor, a textura e a qualidade. Em contraposição, o chocolate industrial começa com pasta de cacau já processada, perdendo a identidade de origem e as nuances do cacau.
O chocolate artesanal usa cacau de origem identificada, manteiga de cacau de verdade e pouquíssimos ingredientes. O industrial usa gordura vegetal hidrogenada no lugar da manteiga de cacau, lecitina de soja em excesso, aromatizantes artificiais e muito mais açúcar para mascarar a baixa qualidade do cacau. A legislação brasileira chama de cobertura ou sucedâneo o produto que usa gordura vegetal no lugar da manteiga de cacau.
Chocolate com alto teor de cacau, acima de 70%, tem flavonoides com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias em estudos científicos. Também contém magnésio, ferro e triptofano. O consumo moderado de chocolate artesanal de qualidade é muito diferente de consumir chocolate industrial com pouco cacau e muito açúcar.
Mantenha entre 15 e 20 graus, longe do calor, umidade e luz direta. Nunca coloque na geladeira: a umidade causa o white bloom, aquela camada branca que altera textura e sabor. Depois de abrir, embrulhe bem em papel alumínio ou plástico e consuma em até 30 dias. Em temperatura ambiente adequada, chocolates artesanais duram até 12 meses fechados.
É um dos presentes mais universais e bem-recebidos. Uma seleção de barras artesanais com origens diferentes — cacau do Pará, da Bahia, da Amazônia — é uma experiência de degustação surpreendente, inclusive para quem acha que não gosta de chocolate amargo. Combinado com queijos curados ou vinhos tintos, forma um presente gastronômico de alto nível.
Depende da receita. Chocolates amargos puros geralmente não têm glúten nem lactose, pois levam apenas cacau, manteiga de cacau e açúcar. Chocolates ao leite contêm lactose. Chocolates com recheio ou ganache podem ter glúten e lactose. Sempre verifique os ingredientes de cada produto específico. Indicamos na descrição quando o produto é livre de glúten ou lactose.
Sim. Enviamos em todo o Brasil com embalagem térmica nos meses mais quentes para evitar derretimento. Em meses frios, embalagem padrão é suficiente. Ao receber, verifique se a barra está íntegra. Se o chocolate chegou derretido e resolidificou, pode apresentar bloom de gordura: o sabor não é afetado, mas a textura muda. Entre em contato se houver qualquer problema.